Andei sumida, na verdade não estava conseguindo
acessar o meu blog.
Mas agora estou de volta.
Prometo que logo postarei novidades....
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Romeu e Julieta
Romeu e Julieta eram duas borboletas.
Elas moravam em um lugar muito estranho.( dobradura duas borboletas completar a paisagem)
Todas as cores eram separadas umas das outras.
O que era branco morava com tudo que era branco.
No canteiro de azul as flores eram todas azuis.(Vamos fazer um canteiro, escolher uma cor para pintar as flores)
Julieta morava com sua família, em um lindo canteiro amarelo.(complete a cena desenhando uma borboleta amarela).
Romeu era a borboleta azul, um dia o amigo ventinho levou Romeu para passear,e conhecer outros canteiros.
Logo que se conheceram ficaram logo amigos.
Brincaram muito, até que sem perceber entraram na floresta.(O que será que eles viram na floresta)
Vamos desenhar animais árvores tudo o que tem na floresta.
repente ouviram uma música no meio da floresta.
Romeu e Julieta e ventinho pararam por um minuto para ver as crianças brincando.
De repente, um dos meninos viu as borboletas e disse:Vamos caçar borboletas.(Vamos desenhar as crianças brincando)
Quando as borboletas ouviram essa conversa ficaram muito assustada e fugiram para bem longe,foram parar numa floresta.
Quando amanheceu o dia ,viram o céu cheio de cores.( com as pontinha dos dedos no guache colorir a folha. )
A mamãe de Romeu e Julieta chamou todos os canteiros para ir procurar os dois.
Então neste momento todas as borboletas se misturaram colorindo também o mundo.
Lendo para os bebês...
Só quem nunca observou o interesse com que um bebê ouve contar uma história, enquanto olha atentamente as imagens coloridas, pode acreditar que a idade mínima para apreciar a leitura de um bom livro está para lá do primeiro ano de vida. É claro que a expressividade do contador é importante, tal como o tema e a qualidade gráfica da obra, mas é seguramente um prazer para qualquer bebê de poucos meses folhear e descobrir um livro à sua medida.
Não é preciso esperar que a criança compreenda o significado de todas as palavras para começar a ler-lhe. Também cantamos para os bebês e recitamos lengalengas, desde que nascem, sem que seja importante que eles percebam todas e cada uma das palavras. Ao ler em voz alta, histórias simples e de forma criativa, estamos a ensinar ao bebê conceitos sobre comunicação, números, letras, cores, formas, emoções, estimulamos o seu sentido da audição e a sua memória e oferecemos-lhe vocabulário e um mundo de informação sobre o ambiente que o rodeia.
Só quem nunca observou o interesse com que um bebê ouve contar uma história, enquanto olha atentamente as imagens coloridas, pode acreditar que a idade mínima para apreciar a leitura de um bom livro está para lá do primeiro ano de vida. É claro que a expressividade do contador é importante, tal como o tema e a qualidade gráfica da obra, mas é seguramente um prazer para qualquer bebê de poucos meses folhear e descobrir um livro à sua medida.
Não é preciso esperar que a criança compreenda o significado de todas as palavras para começar a ler-lhe. Também cantamos para os bebês e recitamos lengalengas, desde que nascem, sem que seja importante que eles percebam todas e cada uma das palavras. Ao ler em voz alta, histórias simples e de forma criativa, estamos a ensinar ao bebê conceitos sobre comunicação, números, letras, cores, formas, emoções, estimulamos o seu sentido da audição e a sua memória e oferecemos-lhe vocabulário e um mundo de informação sobre o ambiente que o rodeia.
O movimento e a expressão musical
O trabalho com a expressão musical é um importante mediador no desenvolvimento da criança em suas habilidades. Uma característica própria da expressão corporal é a “liberdade de criar e adaptar”, mediante a qual as atividades se tornam atraentes aos olhos das crianças que buscam incansavelmente novidades, descobertas e vivências que lhes satisfaçam a curiosidade.
Para o trabalho com a expressão musical, o próprio corpo da criança é o ponto de partida, sendo a sua voz um precioso instrumento que tem dentro de si.
A criança é levada a praticar, a reconhecer e a descobrir o ritmo e o som de maneira livre e organizada, a partir dos movimentos corporais e depois fora deles (sons ambientais, sons da natureza, instrumentais, eletrônicos, etc.)
Enfim, o trabalho com a expressão musical possibilita à criança usar toda a sua capacidade para uma aprendizagem de acordo com o seu ritmo.
O trabalho com a expressão musical ajuda a desenvolver:
* A percepção: memória auditiva e visual;
* O ritmo (movimento);
* A desinibição;
* A comunicação oral;
* O auto controle das crianças, diminuindo a impulsividade;
* O saber ouvir sons próximos e distantes;
* A empatia e a sensibilidade em relação aos sentimentos dos outros;
* O auto controle dos movimentos corporais;
* A orientação espacial: posição, direção, lateralidade, fila, roda, etc;
* A orientação temporal: semana, ontem, hoje, amanhã, depois, antes, etc
* A coordenação fina e global;
* A expressão facial e corporal;
* Os sons e os movimentos dos elementos da natureza;
* A criatividade;
A importância das brincadeiras cantadas
Brinquedos cantados ou brincadeiras cantadas são formas mais elementares de dança, nas quais existem ritmo e movimento, a educação através da música além de trabalhar para o desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor das crianças, contribui também para a formação da personalidade do ser humano.
É uma atividade completa de grande valor educativo, onde a criança se envolve integralmente. A dança e a música na educação formam uma dupla indispensável para o desenvolvimento da criança, representam a natural expressão de uma infância feliz, e contribui para o desenvolvimento rítmico, corporal, da lateralidade, respiração, percepção visual e auditiva, ajuda também a desenvolver a organização temporal e espacial.
As brincadeiras cantadas são apresentadas de acordo com o desenvolvimento e a maturidade da criança, brincando de roda exercita o raciocínio e a memória, estimula o gosto pelo canto e desenvolve naturalmente os músculos.
As atividades devem ser realizadas de forma lúdica, respeitando o nível de compreensão das crianças.
A brincadeira cantada é o primeiro passo que a criança dá para a socialização, o resto fica por conta da espontaneidade e do relativo controle infantil, que varia de acordo com o grau de sociabilidade ou capacidade de disciplina emocional. Não se espera que todas as crianças reajam igualmente a um determinado estímulo, não há preocupação da demora em certos casos, para adquirir um bom controle motor. Por outro lado, algumas crianças são mais ativas que as outras, então participam mais. A criança pode se expressar através de brincadeiras, cantos, danças, procurar a forma e o ritmo para melhor transmitir o que pretende comunicar, adquiri uma nova linguagem (além da verbal, corporal e plástica) que lhe permite transmitir o que sente.
O trabalho com a expressão musical é um importante mediador no desenvolvimento da criança em suas habilidades. Uma característica própria da expressão corporal é a “liberdade de criar e adaptar”, mediante a qual as atividades se tornam atraentes aos olhos das crianças que buscam incansavelmente novidades, descobertas e vivências que lhes satisfaçam a curiosidade.
Para o trabalho com a expressão musical, o próprio corpo da criança é o ponto de partida, sendo a sua voz um precioso instrumento que tem dentro de si.
A criança é levada a praticar, a reconhecer e a descobrir o ritmo e o som de maneira livre e organizada, a partir dos movimentos corporais e depois fora deles (sons ambientais, sons da natureza, instrumentais, eletrônicos, etc.)
Enfim, o trabalho com a expressão musical possibilita à criança usar toda a sua capacidade para uma aprendizagem de acordo com o seu ritmo.
O trabalho com a expressão musical ajuda a desenvolver:
* A percepção: memória auditiva e visual;
* O ritmo (movimento);
* A desinibição;
* A comunicação oral;
* O auto controle das crianças, diminuindo a impulsividade;
* O saber ouvir sons próximos e distantes;
* A empatia e a sensibilidade em relação aos sentimentos dos outros;
* O auto controle dos movimentos corporais;
* A orientação espacial: posição, direção, lateralidade, fila, roda, etc;
* A orientação temporal: semana, ontem, hoje, amanhã, depois, antes, etc
* A coordenação fina e global;
* A expressão facial e corporal;
* Os sons e os movimentos dos elementos da natureza;
* A criatividade;
A importância das brincadeiras cantadas
Brinquedos cantados ou brincadeiras cantadas são formas mais elementares de dança, nas quais existem ritmo e movimento, a educação através da música além de trabalhar para o desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor das crianças, contribui também para a formação da personalidade do ser humano.
É uma atividade completa de grande valor educativo, onde a criança se envolve integralmente. A dança e a música na educação formam uma dupla indispensável para o desenvolvimento da criança, representam a natural expressão de uma infância feliz, e contribui para o desenvolvimento rítmico, corporal, da lateralidade, respiração, percepção visual e auditiva, ajuda também a desenvolver a organização temporal e espacial.
As brincadeiras cantadas são apresentadas de acordo com o desenvolvimento e a maturidade da criança, brincando de roda exercita o raciocínio e a memória, estimula o gosto pelo canto e desenvolve naturalmente os músculos.
As atividades devem ser realizadas de forma lúdica, respeitando o nível de compreensão das crianças.
A brincadeira cantada é o primeiro passo que a criança dá para a socialização, o resto fica por conta da espontaneidade e do relativo controle infantil, que varia de acordo com o grau de sociabilidade ou capacidade de disciplina emocional. Não se espera que todas as crianças reajam igualmente a um determinado estímulo, não há preocupação da demora em certos casos, para adquirir um bom controle motor. Por outro lado, algumas crianças são mais ativas que as outras, então participam mais. A criança pode se expressar através de brincadeiras, cantos, danças, procurar a forma e o ritmo para melhor transmitir o que pretende comunicar, adquiri uma nova linguagem (além da verbal, corporal e plástica) que lhe permite transmitir o que sente.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
É tempo de manga na creche Jesus Menino..... olha que coisa mais linda!!!
Lorena e Nicole


"Como eu vou saber da terra se eu nã me sujar? Como eu vou saber das gentes, sem aprender a gostar? Quero ver o mundo com os meusolhos, quero a vida até o fundo. Quero ter barro nos pés, eu quero aprender o mundo!"
Pedro Bandeira
Síndrome de Down



Síndrome de Down ou trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente.
Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862[1]. A sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor Jérôme Lejeune.
A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.
Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.
Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão cromossômico normal. Elas incluem a prega palmar transversa (uma única prega na palma da mão, em vez de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, tônus muscular pobre e língua protrusa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer defeitos cardíacos congênitos, doença do refluxo gastroesofágico, otites recorrentes, apnéia de sono obstrutiva e disfunções da glândula tireóide.
A síndrome de Down é um evento genético natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais.
Aprendizagem
O preconceito e o senso de justiça com relação à Síndrome de Down no passado, fez com que essas crianças não tivessem nenhuma chance de se desenvolverem cognitivamente, pais e professores não acreditavam na possibilidade da alfabetização, eram rotuladas como pessoas doentes e, portanto, excluídas do convívio social. Hoje ja se sabe que o aluno com Síndrome de Down apresenta dificuldades em decompor tarefas, juntar habilidades e idéias, reter e transferir o que sabem, se adaptar a situações novas, e, portanto todo aprendizado deve sempre ser estimulado a partir do concreto necessitando de instruções visuais para consolidar o conhecimento. Uma maneira de incentivar a aprendizagem é o uso do brinquedo e de jogos educativos, tornando a atividade prazerosa e interessante.O ensino deve ser divertido e fazer parte da vida cotidiana, despertando assim o interesse pelo aprender. No processo de aprendizagem a criança com Síndrome de Down deve ser reconhecida como ela é, e não como gostaríamos que fosse. As diferenças devem ser vistas como ponto de partida e não de chegada na educação, para desenvolver estratégias e processos cognitivos adequados.
Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862[1]. A sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor Jérôme Lejeune.
A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.
Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.
Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão cromossômico normal. Elas incluem a prega palmar transversa (uma única prega na palma da mão, em vez de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, tônus muscular pobre e língua protrusa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer defeitos cardíacos congênitos, doença do refluxo gastroesofágico, otites recorrentes, apnéia de sono obstrutiva e disfunções da glândula tireóide.
A síndrome de Down é um evento genético natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais.
Aprendizagem
O preconceito e o senso de justiça com relação à Síndrome de Down no passado, fez com que essas crianças não tivessem nenhuma chance de se desenvolverem cognitivamente, pais e professores não acreditavam na possibilidade da alfabetização, eram rotuladas como pessoas doentes e, portanto, excluídas do convívio social. Hoje ja se sabe que o aluno com Síndrome de Down apresenta dificuldades em decompor tarefas, juntar habilidades e idéias, reter e transferir o que sabem, se adaptar a situações novas, e, portanto todo aprendizado deve sempre ser estimulado a partir do concreto necessitando de instruções visuais para consolidar o conhecimento. Uma maneira de incentivar a aprendizagem é o uso do brinquedo e de jogos educativos, tornando a atividade prazerosa e interessante.O ensino deve ser divertido e fazer parte da vida cotidiana, despertando assim o interesse pelo aprender. No processo de aprendizagem a criança com Síndrome de Down deve ser reconhecida como ela é, e não como gostaríamos que fosse. As diferenças devem ser vistas como ponto de partida e não de chegada na educação, para desenvolver estratégias e processos cognitivos adequados.
"A vida nem sempre é justa. As crianças não nscem iguais em direitos. mas não podemos desistir de contrariar uma certa ordem das coisas, bater à porta do coração e perguntar sem medo: pode-se entrar?"
in Preciso de Ti, Pedro Strecht
Minhas riquezas.....Vitor's (isso mesmo dois Vitor)
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